Tango (poesia)

Tempo de leitura: 1 minuto

Olá,

Seguindo a onda de inspiração dos nossos leitores, hoje vamos com um texto da Ana Lúcia Gouvêa da Silva e do Augusto Felipe de Gouvêa e Silva, de Curitiba.

À meia luz, melancolia. Sensualidade a
derramar-se em nostalgia. Espetáculo
íntimo. Intimida-a-dor…

Intimida-a-dor

Os pés sobre o quadro de tela a firmar
contornos abstratos, típicos d’alma de
artista e triste como o lamúrio de um
jovem poeta…

O suave toque sobre um chão invisível
e o caminhar ritmicamente improvisado
tão comum às pegadas amadoras, que
acreditavam não estar à altura da milonga.

Púrpura ilusão de almas entrelaçadas!
Olhos que se fitam no diálogo de corpos
silenciosos, que se tocam em linhas curvas
Dramaturga intenção a dança descortina.

Revela-se como uma história de amor e ódio.
Passos firmes do homem sobres suntuosas
formas femininas, submissas à paixão cristalina.

Assim é o tango para quem dança e para quem
admira; enfeitiçado pelo clima da provocação,
(e)levado pela magia a (ar)riscar-se pelo salão…

E aí?! Gostou do texto? Você também pode acessar a publicação original em: http://poemasanalu.blogspot.com.br/2016/06/tango.html

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Um grande abraço,

Kiraly Garcia

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